AUTORA

CEARÁ, NORDESTE, Brazil
PESQUISADORA E EDUCADORA EM TIC´s

domingo, 2 de outubro de 2016

INCLUSÃO‎

             O curso é parte da política de Ações Inclusivas do Instituto Federal de São Paulo, de constante formação e atualização dos servidores, especialmente do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educativas Específicas – NAPNE. Voltado para os servidores do IFSP, essa formação trabalhará com a temática da EDUCAÇÃO INCLUSIVA e será ofertado a distância, com dois encontros presenciais.

Inicialmente é importante informar minha trajetória como educadora:

“Quem sou eu”  

            Graduada em Licenciatura Matemática IFCE e com duas especialização concluída uma em Especialização em Docência no Ensino Superior e a outra em Especialização Matemática. Experiência na formação docente e discentes para o uso das TICs quanto auxiliar no processo de ensino e aprendizagem e contextual. Durante 3 anos trabalhei como Professora no LEI- Laboratório Educacional de Informática pela secretaria de educação do estado do Ceará nas CREDES 18 e 19 na região do Cariri. Na EaD fui tutora no IFCE, E-Tec (matemática), Orientadora On Line pela UNESP (Tutora em Especialização de Educação Inclusiva para professores do estado). Desenvolvi alguns projetos com o uso das mídias e com programas de computadores específico, interdisciplinar, educativos. Alguns Projetos realizados com o uso das TICs em vários setores educativos e na formação continuada de professores. Realizei oficinas de informática e oficinas de jogos matemáticos ambos como metodologia de recursos pedagógico dentre as quais softwares educativos, específicos, assistiva e interdisciplinares. No momento concursada no IFSP como assistente de aluno.

“A pessoa com deficiência na minha história de vida”
Presenciando colegas com deficiência na minha infância e na minha fase adulta percebia como era complicado para os professores desenvolver um trabalho eficaz sem os mesmo terem tido formação para o mesmo, e hoje mesmo com políticas públicas de formação em educação inclusiva e especial ainda é precária e não existe principalmente nas cidades do interior pois o Brasil é muito grande em termo regional. As políticas públicas por si só não foi bastante para conter essa demanda é preciso urgência na formação da comunidade escolar para os mesmo ter apoio de como atender os estudantes com eficácia. Foi de suma importância as pessoas que por meio do convívio social e profissional contribuiu para minhas instigações no campo de educação com pessoas deficientes no meu campo como educadora e nos projetos desenvolvidos ao longo de minhas atuações. Por isso que é de suma importância nosso conhecimento para esse público uma vez que tem vários conceito para interagir de forma que os mesmos colham com eficiência nossas mediações.

No campo da educação trabalhando com projetos em TIC's e tive a oportunidade de conviver com o público de pessoas com deficiência, dessa forma, a importância desse curso para qualquer pessoa pois a qualquer momento podemos dividir um mesmo espaço cultural. Exemplo desse projeto foi no CCBN que trabalhei com jogos educativos com crianças da rede pública.
A questão da terminologia é de suma importância quando tem um tratamento específico sem que tratamos com diferenças e concordo com a nova forma de tratamento do mesmo quando nos dirigimos a esses estudantes, ou seja, conforme o texto temos:
" O termo Portador(a) de Deficiência ou Portador(a) de Necessidades Especiais foi substituído por Pessoa com Deficiência, pois a condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa, ou seja, a deficiência não é algo portátil, algo que ela possa deixar de portar quando quiser. Não dizemos que a pessoa é portadora de olhos azuis, assim como não dizemos que é portadora de deficiência. Podemos usar termos como pessoa/criança/aluno com deficiência, que colocam a pessoa em primeiro lugar e a deficiência como uma condição inata ou adquirida, além disso, devemos combater eufemismos, que tentam camuflar a deficiência, como "pessoas com habilidades diferenciadas" ou "pessoas especiais". Da mesma forma, não devemos nos referir às pessoas sem deficiência como "normais". Finalmente, o termo deficiência se refere à ausência permanente total ou parcial de uma funcionalidade do corpo, não é sinônimo de incompetência e tampouco antônimo de eficiência (que seria ineficiência)".

E-portfólio do Curso “IFSP para tod@s”

Esse é meu espaço pessoal (e-portfólio), que será utilizado ao longo do Curso “IFSP para tod@s”


Referências:


EaD do IFSP: Inscrição - IFSP para Tod@s. Disponível em: >. Acesso em 24 de setembro de 2016.

Educação: Lei Brasileira da Inclusão. Disponível em: Acesso em 21 de Nov de 2016.

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