AUTORA

CEARÁ, NORDESTE, Brazil
PESQUISADORA E EDUCADORA EM TIC´s

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Inclusão

Atividade Avaliativa do Módulo 5


      Essa atividade consta de pesquisar (na internet, no seu câmpus ou entre os seus contatos) uma prática pedagógica inclusiva.

 A minha pesquisa foi sobre Juliana ela tem 30 anos e nasceu com PC (paralisia cerebral). Quando Juliana chegou à Adere,  ela não conseguia realizar muita coisa. A coordenação motora foi bastante prejudicada pela paralisia, assim como a fala. Mas os profissionais perceberam o seu desejo de se superar. A abordagem começa pela arte. Por isso, Juliana aprendeu tecelagem. No entanto, a malha de tecer precisou ser adaptada para que ela conseguisse traçar os fios, uma de suas vitórias. Depois trabalhou com papel, colagem e outras atividades que, no seu conjunto, contribuíram para que Juliana tivesse contato com competências que ainda não conhecia. 


hashtag #PraCegoVer



Referência

      Adere: Para Juliana não existem limites, mas muita vontade de vencer. Disponível em: http://adere.org.br/conheca-a-historia-da-juliana/
>. Acesso em 09 de Jan. de 2017.




Recursos Tecnológicos

      Recursos Tecnológicos encontrada no portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dv.pdf que propõe que os meios informáticos facilitam as atividades de educadores e educandos porque possibilitam a comunicação, a pesquisa e o acesso ao conhecimento.

      Nessa página mostra exemplos de programas leitores de tela com síntese de voz, concebidos para usuários cegos, que possibilitam a navegação na internet, o uso do correio eletrônico, o processamento de textos, de planilhas e uma infinidade de aplicativos operados por meio de comandos de teclado que dispensam o uso do mouse.

Entre os programas mais conhecidos e difundidos no Brasil, destacamos:

DOSVOX: sistema operacional desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Possui um conjunto de ferramentas e aplicativos próprios além de agenda, chat e jogos interativos. Pode ser obtido gratuitamente por meio de “download” a partir do site do projeto DOSVOX: http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox

VIRTUAL VISION: é um software brasileiro desenvolvido pela Micropower, em São Paulo, concebido para operar com os utilitários e as ferramentas do ambiente Windows. É distribuído gratuitamente pela Fundação Bradesco e Banco Real para usuários cegos. No mais, é comercializado. Mais informações no site da empresa: http://www.micropower.com.br

JAWS: software desenvolvido nos Estados Unidos e mundialmente conhecido como o leitor de
tela mais completo e avançado. Possui uma ampla gama de recursos e ferramentas com tradução para
diversos idiomas, inclusive para o português. No Brasil, não há alternativa de subvenção ou distribuição gratuita do Jaws, que é o mais caro entre os leitores de tela existentes no momento. Outras informações sobre esse software estão disponíveis em:http://www.lerparaver.com
http://www.laramara.org.br


Referência

      Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado. Recursos Didáticos: Recursos Tecnológicos. Disponível em: . Acesso em 09 de Jan. de 2017.






"Acessibilidade e Inclusão"


       A minha reflexão é sobre o cotidiano e treinar do nosso olhar para o mundo que nos cerca e nos colocar no lugar das pessoas e em especial com (cegueira ou baixa visão), nesse contexto geralmente os locais de marcações em Braille não está acessível a esse público como também os ambientes de acesso aos locais, dessa forma, fazem urgente uma política para a real acessibilidade e não apenas Leis que proponha, mais além de tudo isso é preciso uma conscientização humana para sua inclusão.  E assim, na perspectiva de contribuir uns com os outros na construção de uma sociedade inclusiva.


Concepções

       Quanto as concepções da imagem abaixo refleti que desde o início da humanidade há pessoas com deficiência, porém, nem todas tiveram um final incluso. O tempo passou e as concepções foram mudando, não apenas em relação às pessoas com deficiência, mas também em relação aos índios, aos negros, aos ciganos, às mulheres, idosos e outros segmentos considerados "minoritários". Dessa formar as mãos dadas indica que somos seres todos seres humanos independente do contexto, regional, social e cultural.



Descrição da Imagem 01

Crianças com deficiência e de outras culturas dando as mãos e fechando no formato de círculo. O formato do círculo de cor azul e dentro desse circulo escrito de cor preta a seguinte frase:" Somos todos iguais na diferença".




Referência


Educação: Lei Brasileira da Inclusão. Disponível em: Acesso em 21 de Nov de 2016.

domingo, 2 de outubro de 2016

INCLUSÃO‎

E-portfólio do Curso “IFSP para tod@s”

Esse é meu espaço pessoal (e-portfólio), que será utilizado ao longo do Curso “IFSP para tod@s”

     O curso é parte da política de Ações Inclusivas do Instituto Federal de São Paulo, de constante formação e atualização dos servidores, especialmente do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educativas Específicas – NAPNE. Voltado para os servidores do IFSP, essa formação trabalhará com a temática da EDUCAÇÃO INCLUSIVA e será ofertado a distância, com dois encontros presenciais.

Inicialmente é importante informar minha trajetória como educadora:

“Quem sou eu”  

            Graduada em Licenciatura Matemática IFCE e com duas especialização concluída uma em Especialização em Docência no Ensino Superior e a outra em Especialização Matemática. Experiência na formação docente e discentes para o uso das TICs quanto auxiliar no processo de ensino e aprendizagem e contextual. Durante 3 anos trabalhei como Professora no LEI- Laboratório Educacional de Informática pela secretaria de educação do estado do Ceará nas CREDES 18 e 19 na região do Cariri. Na EaD fui tutora no IFCE, E-Tec (matemática), Orientadora On Line pela UNESP (Tutora em Especialização de Educação Inclusiva para professores do estado). Desenvolvi alguns projetos com o uso das mídias e com programas de computadores específico, interdisciplinar, educativos. Alguns Projetos realizados com o uso das TICs em vários setores educativos e na formação continuada de professores. Realizei oficinas de informática e oficinas de jogos matemáticos ambos como metodologia de recursos pedagógico dentre as quais softwares educativos, específicos, assistiva e interdisciplinares. No momento concursada no IFSP como assistente de aluno.

“A pessoa com deficiência na minha história de vida”
Presenciando colegas com deficiência na minha infância e na minha fase adulta percebia como era complicado para os professores desenvolver um trabalho eficaz sem os mesmo terem tido formação para o mesmo, e hoje mesmo com políticas públicas de formação em educação inclusiva e especial ainda é precária e não existe principalmente nas cidades do interior pois o Brasil é muito grande em termo regional. As políticas públicas por si só não foi bastante para conter essa demanda é preciso urgência na formação da comunidade escolar para os mesmo ter apoio de como atender os estudantes com eficácia. Foi de suma importância as pessoas que por meio do convívio social e profissional contribuiu para minhas instigações no campo de educação com pessoas deficientes no meu campo como educadora e nos projetos desenvolvidos ao longo de minhas atuações. Por isso que é de suma importância nosso conhecimento para esse público uma vez que tem vários conceito para interagir de forma que os mesmos colham com eficiência nossas mediações.

No campo da educação trabalhando com projetos em TIC's e tive a oportunidade de conviver com o público de pessoas com deficiência, dessa forma, a importância desse curso para qualquer pessoa pois a qualquer momento podemos dividir um mesmo espaço cultural. Exemplo desse projeto foi no CCBN que trabalhei com jogos educativos com crianças da rede pública.
A questão da terminologia é de suma importância quando tem um tratamento específico sem que tratamos com diferenças e concordo com a nova forma de tratamento do mesmo quando nos dirigimos a esses estudantes, ou seja, conforme o texto temos:
" O termo Portador(a) de Deficiência ou Portador(a) de Necessidades Especiais foi substituído por Pessoa com Deficiência, pois a condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa, ou seja, a deficiência não é algo portátil, algo que ela possa deixar de portar quando quiser. Não dizemos que a pessoa é portadora de olhos azuis, assim como não dizemos que é portadora de deficiência. Podemos usar termos como pessoa/criança/aluno com deficiência, que colocam a pessoa em primeiro lugar e a deficiência como uma condição inata ou adquirida, além disso, devemos combater eufemismos, que tentam camuflar a deficiência, como "pessoas com habilidades diferenciadas" ou "pessoas especiais". Da mesma forma, não devemos nos referir às pessoas sem deficiência como "normais". Finalmente, o termo deficiência se refere à ausência permanente total ou parcial de uma funcionalidade do corpo, não é sinônimo de incompetência e tampouco antônimo de eficiência (que seria ineficiência)".


Referências:

EaD do IFSP: Inscrição - IFSP para Tod@s. Disponível em: >. Acesso em 24 de setembro de 2016.

INCLUSÃO‎

             O curso é parte da política de Ações Inclusivas do Instituto Federal de São Paulo, de constante formação e atualização dos servidores, especialmente do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educativas Específicas – NAPNE. Voltado para os servidores do IFSP, essa formação trabalhará com a temática da EDUCAÇÃO INCLUSIVA e será ofertado a distância, com dois encontros presenciais.

Inicialmente é importante informar minha trajetória como educadora:

“Quem sou eu”  

            Graduada em Licenciatura Matemática IFCE e com duas especialização concluída uma em Especialização em Docência no Ensino Superior e a outra em Especialização Matemática. Experiência na formação docente e discentes para o uso das TICs quanto auxiliar no processo de ensino e aprendizagem e contextual. Durante 3 anos trabalhei como Professora no LEI- Laboratório Educacional de Informática pela secretaria de educação do estado do Ceará nas CREDES 18 e 19 na região do Cariri. Na EaD fui tutora no IFCE, E-Tec (matemática), Orientadora On Line pela UNESP (Tutora em Especialização de Educação Inclusiva para professores do estado). Desenvolvi alguns projetos com o uso das mídias e com programas de computadores específico, interdisciplinar, educativos. Alguns Projetos realizados com o uso das TICs em vários setores educativos e na formação continuada de professores. Realizei oficinas de informática e oficinas de jogos matemáticos ambos como metodologia de recursos pedagógico dentre as quais softwares educativos, específicos, assistiva e interdisciplinares. No momento concursada no IFSP como assistente de aluno.

“A pessoa com deficiência na minha história de vida”
Presenciando colegas com deficiência na minha infância e na minha fase adulta percebia como era complicado para os professores desenvolver um trabalho eficaz sem os mesmo terem tido formação para o mesmo, e hoje mesmo com políticas públicas de formação em educação inclusiva e especial ainda é precária e não existe principalmente nas cidades do interior pois o Brasil é muito grande em termo regional. As políticas públicas por si só não foi bastante para conter essa demanda é preciso urgência na formação da comunidade escolar para os mesmo ter apoio de como atender os estudantes com eficácia. Foi de suma importância as pessoas que por meio do convívio social e profissional contribuiu para minhas instigações no campo de educação com pessoas deficientes no meu campo como educadora e nos projetos desenvolvidos ao longo de minhas atuações. Por isso que é de suma importância nosso conhecimento para esse público uma vez que tem vários conceito para interagir de forma que os mesmos colham com eficiência nossas mediações.

No campo da educação trabalhando com projetos em TIC's e tive a oportunidade de conviver com o público de pessoas com deficiência, dessa forma, a importância desse curso para qualquer pessoa pois a qualquer momento podemos dividir um mesmo espaço cultural. Exemplo desse projeto foi no CCBN que trabalhei com jogos educativos com crianças da rede pública.
A questão da terminologia é de suma importância quando tem um tratamento específico sem que tratamos com diferenças e concordo com a nova forma de tratamento do mesmo quando nos dirigimos a esses estudantes, ou seja, conforme o texto temos:
" O termo Portador(a) de Deficiência ou Portador(a) de Necessidades Especiais foi substituído por Pessoa com Deficiência, pois a condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa, ou seja, a deficiência não é algo portátil, algo que ela possa deixar de portar quando quiser. Não dizemos que a pessoa é portadora de olhos azuis, assim como não dizemos que é portadora de deficiência. Podemos usar termos como pessoa/criança/aluno com deficiência, que colocam a pessoa em primeiro lugar e a deficiência como uma condição inata ou adquirida, além disso, devemos combater eufemismos, que tentam camuflar a deficiência, como "pessoas com habilidades diferenciadas" ou "pessoas especiais". Da mesma forma, não devemos nos referir às pessoas sem deficiência como "normais". Finalmente, o termo deficiência se refere à ausência permanente total ou parcial de uma funcionalidade do corpo, não é sinônimo de incompetência e tampouco antônimo de eficiência (que seria ineficiência)".

E-portfólio do Curso “IFSP para tod@s”

Esse é meu espaço pessoal (e-portfólio), que será utilizado ao longo do Curso “IFSP para tod@s”


Referências:


EaD do IFSP: Inscrição - IFSP para Tod@s. Disponível em: >. Acesso em 24 de setembro de 2016.

Educação: Lei Brasileira da Inclusão. Disponível em: Acesso em 21 de Nov de 2016.